Do convívio de amigos(as) de longo tempo e da admiração por suas qualidades, a pessoa pode pensar ter encontrado a sua cara-metade. Poderia aquele(a) amigo(a) ser um(a) futuro(a) namorado(a)? Sem atropelos, e na maturidade da afetividade, devemos nos colocar predispostos a viver esse tempo de conhecimento recíproco sem antecipar experiências impulsionados por carências que poderia, tão somente, esvaziar o puro relacionamento de amizade que existia. (dado moura)
Quando se fala em namoro, normalmente trazemos à memória uma pessoa solteira ainda na juventude e que deseja estabelecer uma vida partilhada como casal. Mas esse desejo não é um privilégio apenas das pessoas mais jovens. Não há um limite de idade para alguém deixar de viver a troca de experiências dentro do namoro. (dado moura)
Viver o compromisso de uma vida com alguém que professa um outro credo pode trazer algumas dificuldades para o casal no futuro. Algumas vezes, essa diferença é superada quando um resolve se converter à fé do outro; outros preferem aprender a aceitar a diferença permanecendo cada um na sua fé. Todavia, imaginemos o futuro dos filhos que hão de vir dessa união. Em qual religião essa criança será catequizada? Pois de certa maneira, tanto o namorado quanto a namorada acreditam que sua opção de fé seja a melhor para educar a criança. (dado moura)
O rompimento de um namoro acontece, quando não se percebe grandes afinidades ou por não encontrar na pessoa com quem estava se relacionando, qualidades que julgava necessárias para continuar mantendo o projeto de vida a dois. Sempre há a possibilidade de uma segunda chance, mas a prudência recomenda fazer uma pausa para que ambos tenham tempo suficiente para avaliar tudo o que foi apontado como as causas do rompimento. (dado moura)
Namorar alguém muito diferente de nós, não significa que o relacionamento esteja fadado ao fracasso. Nesses casos, maiores devem ser os esforços do casal de forma a criar novas perspectivas para as divergências nos pontos de vista, valores, ideais, entre outros. Insistir na idéia de que “aquele que gosta de mim precisa me aceitar como sou” não funciona. Apenas reclamar do (a) namorado (a) – que foi sua escolha – de nada ajudará. (dado moura)




